Retenção travada no armazenamento
Cada arquivo entra com uma trava de retenção no objeto. Antes do prazo, a exclusão é recusada pelo próprio armazenamento — não por uma checagem na aplicação que alguém possa contornar.
A trilha da Custódia é uma cadeia. Reescrever um registro antigo obriga a reescrever todos os seguintes — e a conferência de integridade acusa exatamente onde a cadeia parou de fechar.
O encadeamento é calculado por um gatilho no próprio banco de dados, no momento da escrita. A aplicação não escolhe o hash, não o corrige depois e não tem permissão para apagar linha nenhuma da tabela.
Cada arquivo entra com uma trava de retenção no objeto. Antes do prazo, a exclusão é recusada pelo próprio armazenamento — não por uma checagem na aplicação que alguém possa contornar.
Cada consulta roda dentro do escopo de um único condomínio, aplicado por segurança em nível de linha. A busca por similaridade que alimenta as respostas de IA respeita a mesma fronteira.
A credencial de uma administradora tem data final obrigatória. O acesso de um leitor termina junto com o mandato de quem o convidou. Revogar deixa de ser uma tarefa que alguém precisa lembrar.
Biometria ou PIN do aparelho, com código por e-mail como alternativa. Não existe senha fixa para vazar, reaproveitar em outro serviço ou circular num grupo de mensagens.
Toda afirmação aponta documento e página. Sem trecho relevante no acervo, a resposta é dizer que não encontrou — não um parágrafo verossímil montado por fora.
Nenhum conteúdo real de documento sai para provedores de IA antes de uma autorização contratual explícita do condomínio, registrada e revogável.
O condomínio é o controlador dos dados do seu acervo; a Custódia é operadora. O que cada perfil enxerga é definido pelo papel, e um morador nunca alcança documento com dado pessoal de terceiro.
Pedido de exclusão convive com a obrigação de guarda: o que a lei manda conservar permanece, com o pedido registrado na trilha. Nada some em silêncio.