A pasta vai parar no WhatsApp
O acervo vira um arquivo compactado no e-mail pessoal de alguém. Seis meses depois ninguém sabe qual é a versão boa da convenção.
A Custódia guarda a história documental do prédio em um cofre ancorado no CNPJ do condomínio — não no síndico da vez, nem na administradora. Cada envio, acesso e download entra em uma trilha encadeada que ninguém reescreve.
Entrada por passkey, com código por e-mail como alternativa.
Não por má-fé. É que o acervo nunca teve dono claro — ele mora no computador de quem estava lá na época.
O acervo vira um arquivo compactado no e-mail pessoal de alguém. Seis meses depois ninguém sabe qual é a versão boa da convenção.
E o acesso ao que ela guardava acaba junto. O que era do prédio sai pela porta com o prestador.
Sem registro de quem mexeu no quê e quando, um questionamento em assembleia vira palavra contra palavra.
O acervo é aberto no CNPJ do condomínio e continua lá em qualquer gestão. Síndicos, administradoras e conselheiros entram e saem; os documentos não se mexem.
A administradora enxerga só o que ela mesma enviou, e o acesso dela morre na data final do contrato — sem alguém precisar lembrar de revogar.
Cada evento carrega o hash do evento anterior. Alterar um registro antigo quebra a cadeia inteira, e a quebra aparece na verificação.
O encadeamento é feito pelo próprio banco de dados, e a aplicação não tem permissão para apagar linha da trilha. Verificação sob demanda e exportação em CSV.
A troca de síndico passa por uma transferência de custódia em quatro etapas, com assinatura das duas partes e contra-assinatura do operador.
No fim, o mandato antigo fecha, as sessões do ex-síndico caem e o novo síndico recebe o acervo íntegro — com a contagem e o hash conferidos.
Em vez de abrir doze PDFs, o síndico pergunta em português. Toda afirmação vem citada — documento e página — para conferir na hora.
Quando o acervo não tem a resposta, a Custódia diz que não encontrou. Num produto de prova, um parágrafo plausível e errado é pior do que nenhum.
O que a última assembleia decidiu sobre o contrato do elevador?
[Exemplo de resposta: a decisão da assembleia, resumida em duas ou três linhas, com os números que aparecem na ata.]
Nenhuma etapa pode ser bloqueada por plano vencido ou limite estourado. Um condomínio nunca pode ficar sem quem responda por ele.
Ver a página de transferência de custódiaO sistema congela a contagem de documentos e o hash raiz do acervo naquele instante, e emite o convite ao sucessor.
Assinatura pela passkey do próprio dispositivo, vinculada ao mandato que está terminando. Junto vai a ata de entrega.
Pelo link do convite, criando a própria passkey. Sem conta paralela, sem login compartilhado, sem senha passada por mensagem.
Fecha o mandato anterior, abre o novo, derruba as sessões do ex-síndico e grava o ato inteiro na trilha.
Continua. Ela envia documentos normalmente e enxerga o que enviou dentro do contrato vigente. O que muda é que o material fica no cofre do condomínio desde o primeiro dia, e não só na pasta dela.
Um envio errado é marcado como tal e deixa de aparecer nas buscas, mas o registro de que ele existiu permanece. A Custódia não apaga — porque um cofre que apaga sob pedido não prova nada.
Existe um caminho forçado. A transferência é aberta com a ata da assembleia que elegeu o sucessor, precisa de duas aprovações independentes e abre uma janela de 7 dias em que o síndico anterior é avisado e pode contestar. Passada a janela sem contestação, ela se completa igual à cooperativa.
Não. O conteúdo é usado apenas para responder perguntas do próprio condomínio, com isolamento entre prédios, e só depois de autorização contratual explícita para o processamento.
[Descrever o processo de migração inicial e o prazo médio.] A classificação e a nomeação dos arquivos são automáticas, então não é preciso organizar nada antes de enviar.
Não achou a sua? Fale com a gente.
Trinta minutos de conversa para ver o cofre funcionando com os documentos do seu prédio.