Prazo
[Prazo médio da carga inicial, por faixa de tamanho de acervo.]
A objeção mais comum não é o preço, é o trabalho. Dez anos de documento espalhado entre pastas, e-mails e caixas parece uma tarefa de meses. A parte que costuma consumir esse tempo — separar, nomear, arquivar — é justamente a que o sistema faz sozinho.
Os PDFs entram arrastando e soltando, do jeito que estiverem nomeados. O dossiê mensal consolidado pode entrar inteiro, num arquivo só.
Cada arquivo é checado: em branco, corrompido ou duplicata de algo que já está guardado. O resultado fica registrado, e nada é recusado — um PDF ruim ainda é prova de que aquele arquivo foi entregue assim.
O dossiê consolidado é quebrado nos documentos que ele contém, cada um apontando para as páginas certas do mesmo arquivo guardado. Cada documento ganha um nome derivado do que ele é, não do que estava escrito no arquivo.
Classificação com pouca confiança não é aplicada em silêncio: vai para uma fila onde alguém confirma. O que o sistema não tem certeza, ele pergunta.
Colocar o acervo histórico no índice de busca é uma ação separada do operador, com estimativa de custo apresentada antes de começar. Não é algo que dispara sozinho e aparece na fatura depois.
Digitalizar caixa de papel não é uma funcionalidade do produto, é um trabalho de onboarding combinado caso a caso. [Descrever aqui como a digitalização é feita, por quem, com que prazo e sob qual condição comercial.]
[Definir também o que acontece com o acervo em papel depois de digitalizado: devolvido, guardado, descartado com termo.]
[Prazo médio da carga inicial, por faixa de tamanho de acervo.]
[Definir a divisão entre o time da Custódia, a administradora e o síndico.]
[Definir se a migração inicial entra no plano, é cobrada à parte ou é condição de parceria.]
Dá para ligar o cofre hoje e trazer o histórico em paralelo. A migração não precisa terminar para o produto começar a valer.
Falar sobre a migração